O Centro Médico de Combate ao Coronavírus em Cajamar foi construído com a finalidade de oferecer um atendimento diferenciado aos pacientes com sintomas de coronavírus e intensificar o tratamento dos casos confirmados. A unidade foi montada interligada com o Hospital Municipal em apenas sete dias, e conta com 10 (dez) leitos de UTI e 22 (vinte e dois) leitos de retaguarda totalmente equipados com aparelhos de alta tecnologia para tratar os casos de Covid-19.
Os atendimentos tiveram início no mês de abril e mais de 2.592 pessoas já passaram pelo procedimento de triagem do Hospital de Campanha com os sintomas da doença. Todos passaram pelo atendimento com a equipe de profissionais e, as que apresentaram todos os sintomas, foram encaminhadas para fazer o teste rápido para confirmar a doença. Até o momento, 1427 pessoas foram encaminhadas para fazer o teste rápido e 174 foram confirmadas com Coronavírus. Deste total de confirmados 116 já estão recuperados com alta definitiva, outros 23 estão em recuperação em quarentena domiciliar, 19 internados em Cajamar, 3 internados em outro município e 13 óbitos (dados atualizados às 18h00 do dia 14 de maio de 2020).
Para manter a eficácia no atendimento para os pacientes com coronavírus, o Hospital Municipal conta com 12 respiradores, um em cada leito de UTI, totalizando 10 leitos devidamente equipados, e dois respiradores nos leitos de retaguarda de emergência. Até o presente momento o uso máximo simultâneo destes respiradores para o número de 6 pacientes, com aparelhos disponíveis em por ora com folga para as eventuais necessidades que surgirem.
O Centro Médico foi construído na Avenida Bento da Silva Bueno, 202, no Polvilho, e com uma estrutura ampla contendo farmácia abastecida com medicamentos para os pacientes, consultórios médicos, salas de inalação, salas de medicação, enfermagem, quartos de isolamento e o laboratório onde são realizados os testes rápidos do novo Coronavírus, após a identificação de todos os sintomas.
Todos os funcionários do Hospital recebem os EPIs (Equipamentos de Proteção Individual), seguindo as orientações das entidades de saúde (ANVISA, OMS, Secretaria de Saúde do Estado) e ratificadas pelo médico do trabalho e Controle de Infecções Hospitalares responsáveis pela operação. A Prefeitura antecipou-se na construção de estoques de EPIs que logo se tornaram escassos no mercado, e providenciou alternativas para os que se tornaram indisponíveis, a exemplo da combinação de capas de chuvas como material de proteção sobressalente (material impermeável, que foi experimentado em diversos serviços ao redor de todo o país) com aventais descartáveis.
O vídeo abaixo mostra a realidade das pessoa internadas no Centro Médico de Combate ao Coronavírus:













