Protetora usa próprio salário para manter ONG em Cajamar

A mulher tem 203 cães e 38 gatos e afirma que ama mais os bichos do que sua própria vida. Conheça a ONG e ajude.

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Conheça Tânia Angiolucci de 57 anos que usa a antiga casa dos pais para cuidar de mais de 203 cães e 38 gatos, criando assim a ONG APATA.

Tudo começou quando, aos finais de semana, Tânia se deslocava de Osasco, onde trabalha, para visitar seus pais no sítio, em Cajamar. No caminho Tânia começou a perceber que havia um número considerável de animais abandonados. “Eu observei que existiam muitos cães abandonados na região, que é cercada por mata. Isso favorecia a covardia de algumas pessoas, que iam de carro até lá, abriam a porta e simplesmente largavam na beira da estrada os cães” – lembra.

Pelas condições financeiras desfavoráveis, os moradores da região não resgatavam os animais, que acabavam fugindo para a mata e morriam de frio ou fome.

Diante da situação, Tânia começou a pegar os animais e levar ao sítio, dando cuidado e alimentos e tentando buscar pessoas que pudessem cuidar dos animais. Foi assim, sem intenção, que Tânia se tornou uma protetora de animais e a casa foi se transformando num local de acolhimento de animais.

Hoje são quase 203 cães e 38 gatos em casa e manter os animais exige muito esforço e todos os dias são uma batalha.

“A APATA é movida pela certeza de que o valor mais importante é a VIDA. E a Vida Animal é tão digna quanto a Vida Humana. Trabalhamos todos os dias pra tornar essa consciência uma realidade no mundo em que vivemos” – ressalta Tânia.

Para que o trabalho continue, é necessário verbas, algo que, diante da pandemia do coronavírus, está cada vez mais difícil, por isso, quem quiser ajudar e conhecer mais sobre a ONG, acesse: https://associacaoapata.org.br/index.php/doe/

Veja o vídeo abaixo e conheça um pouco mais sobre a APATA.