ViaOeste libera Nova sobre o Rio Tietê, em Barueri

A ViaOeste conclui uma das etapas mais emblemáticas das obras de ampliação das marginais da Rodovia Castello Branco (SP-280), em Barueri, com a liberação do tráfego sobre a Ponte Guilherme de Almeida no sentido Leste (capital).

A abertura ocorreu na madrugada deste sábado (28/03) e marca a entrada em operação da segunda estrutura da ponte, permitindo agora a circulação de veículos nos dois sentidos (capital e interior) pelas novas vias marginais. Com isso, o sistema passa a contar com as duas novas pontes em pleno funcionamento, ampliando de forma significativa a capacidade viária e a fluidez do tráfego no trecho.

Agora, duas pontes em operação

Com a liberação do sentido Leste, o trecho passa a operar com as duas estruturas da Ponte Guilherme de Almeida:

  • Ponte Oeste (interior) – já em operação, liberada no dia 07/03;
  • Ponte Leste (capital) – liberada neste sábado 28/03;

Cada ponte conta com três faixas de rolamento e acostamento, integrando o novo sistema de vias marginais implantado entre os km 22 e 27 da Rodovia Castello Branco (SP-280).

A solução viária permite a separação entre o tráfego local e o de longa distância, proporcionando ganhos diretos em fluidez, segurança e conforto aos motoristas que utilizam diariamente o corredor.

Estrutura moderna e completa

As novas pontes foram entregues com padrão elevado de infraestrutura e segurança, incluindo:

  • Pavimento novo;
  • Sinalização horizontal e vertical completa;
  • Iluminação em LED;
  • Barreiras rígidas e gradis de proteção;
  • Telas de segurança;
  • Passeio (calçada) para os pedestres;
  • Juntas de dilatação;
  • Sistema de drenagem;
  • Dispositivos de segurança viária (defensas metálicas e terminais);
  • Placas indicativas e orientativas;
  • Marcos quilométricos atualizados.

Os elementos foram projetados para garantir maior visibilidade, durabilidade e segurança operacional em toda a travessia.

Investimento e números da obra

A construção das duas estruturas da Ponte Guilherme de Almeida integra o conjunto de melhorias das marginais e representa um investimento de aproximadamente R$ 150 milhões.

A grandiosidade da obra também se reflete nos números de engenharia:

  • Volume de concreto utilizado: 30 mil m³;
  • Número de aduelas executadas: 71 por ponte;
  • Extensão total de cada ponte: 700 metros;
  • Altura máxima: 33 metros;
  • Altura dos pilares: 27 metros;

Os números evidenciam a complexidade e o porte da intervenção, considerada uma das mais relevantes em execução no sistema rodoviário paulista.

Marco da engenharia nacional

A Ponte Guilherme de Almeida é um dos grandes destaques do projeto. Executada pelo método de balanço sucessivo, a estrutura possui um dos maiores vãos desse tipo em perímetro urbano na América Latina, com cerca de 170 metros no vão central, sendo o segundo maior balanço sucessivo urbano do continente.

A ponte transpõe a Avenida Dr. Dib Sauaia Neto, a Rua da Prata e o Rio Tietê, consolidando-se como uma solução estratégica para a mobilidade na Região Metropolitana Oeste.

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